O corante nos alimentos é utilizado para garantir uma cor mais chamativa e interessante ao produto. Afinal, quem nunca ficou com vontade de experimentar aquela guloseima de cor vibrante e bonita?

Além das balas e dos chicletes, a maioria dos produtos industrializados, até mesmo os que você nem imagina, contêm corantes, que podem ser artificiais ou naturais.

Porém, é preciso ficar alerta com a quantidade de corante consumido, pois o excesso causa problemas de saúde. Quer saber mais? Então, continue a leitura, pois é sobre isso que falaremos neste post!

O que são os corantes naturais?

Os corantes naturais foram os primeiros a dar cor aos alimentos, vêm da natureza e são retirados de plantas e animais. Nesse tipo, temos os exemplos das especiarias, como o urucum e a curcumina, e também a cochonilha ou carmim, feito a partir da fêmea de uma espécie de inseto.

Por serem mais caros e por interferirem, muitas vezes, na data de vencimento e no sabor dos alimentos, os corantes naturais são cada vez menos utilizados pela indústria.

E os artificiais?

Eles são aditivos químicos sintetizados em laboratório. Dessa forma, é possível ter uma vasta gama de cores disponíveis para a utilização nos alimentos, além de não alterar a validade e nem o gosto dos produtos.

Entre os mais comuns estão: Tartrazina – E102 (amarelo); Azorrubina – E122 (vermelho); Azul Indigotina – E132 (azul) e Verde Rápido – E144 (verde).

Para a comercialização e utilização desses corantes é necessária a liberação pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Quais são os alimentos que contêm corante?

Quando falamos em alimentos processados, é difícil mensurar os que não têm algum tipo de corante, já que grande parte deles fica com aparência mais atraente para o consumidor.

Os corantes artificiais estão presentes em alimentos como: bolos, biscoitos, refrigerantes, bebidas alcoólicas, salgadinhos, chicletes e outros tantos. Além disso, eles são encontrados, até mesmo, na pasta de dentes.

Já os corantes naturais estão em bebidas, balas, iogurtes, pastilhas, chicletes, preparados de fruta, queijos, entre outros.

Lembrando que existe uma legislação que regulamenta o uso do corante nos alimentos, proibindo a utilização em alguns produtos, como açúcar, cereais infantis, carnes frescas e outros.

Quais são os riscos que o corante nos alimentos traz para a saúde?

O problema de saúde mais comum e com efeito em curto prazo é a alergia. A pessoa que desenvolve esse tipo de enfermidade tem reações como inchaço nos olhos e na boca, vermelhidão e coceira pelo corpo.

Em casos mais graves, a alergia ao corante pode causar falta de ar e queda da pressão arterial que, se não tratada a tempo, é capaz de levar à morte.

Em médio e longo prazo, o consumo excessivo de corantes alimentícios provoca doenças como: hiperatividade, irritações gástricas, problemas de pele e câncer.

Como evitar esses riscos?

Para diminuir os riscos causados pelos corantes, prefira sempre os alimentos naturais e diminua os processados. Tenha uma alimentação rica em vegetais, cereais, carnes e ovos frescos, e deixe os produtos industrializados para ocasiões especiais.

Além disso, olhe os rótulos das embalagens e escolha os produtos que utilizam corantes naturais e que acrescentem nutrientes à dieta.

O corante serve para deixar os produtos mais bonitos e dar mais vontade de comê-los. Porém, se consumido em excesso pode fazer mal para o organismo. Por isso, preste atenção ao corante nos alimentos e cuide da sua saúde e da sua família!

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