O mau hálito, também conhecido como halitose, é definido como um cheiro desagradável que emana da boca de um indivíduo com a respiração ou a fala, por exemplo. Esse problema pode ser causado por uma grande variedade de fatores, que vão desde doenças bucais à ingestão de diferentes alimentos.

De maneira geral, o mau hálito serve como um indicativo de que algo não está certo no organismo do paciente. No entanto, essa situação tende a causar grande constrangimento e isolamento social nas pessoas que convivem com ela, podendo prejudicar no âmbito tanto profissional quanto pessoal da vida do indivíduo.

Por isso, precisamos conversar sobre a halitose e descobrir as melhores maneiras de lidar com esse problema. Neste post, falaremos sobre as principais causas do mau hálito e discutiremos sobre os tratamentos disponíveis para que você volte a falar sem medo. Vamos lá?

Como saber se tenho mau hálito?

Atualmente, podemos contar com algumas formas diferentes de descobrir a presença do mau hálito. Confira, a seguir, as principais:

Autoavaliação

Uma das maneiras mais eficazes seria, na teoria, a autoavaliação. Avaliar o próprio hálito poderia auxiliar muitas pessoas no diagnóstico da halitose, já que o olfato humano é a forma mais fidedigna de fazê-lo.

No entanto, na prática, as coisas não funcionam de modo tão simples. Uma das razões para isso é a nossa dificuldade de sentir cheiros que sejam emanados por nós mesmos. A exposição constante a um odor tende a “anestesiar” o olfato, tornando cada vez mais difícil perceber aquele determinado cheiro.

Avaliação de outras pessoas

Nesses casos, a melhor maneira seria confiar na avaliação de outras pessoas para diagnosticar o mau hálito. É muito mais simples que terceiros sintam o cheiro que sai de nossas bocas, já que são nossos interlocutores nos diálogos e interações do dia a dia.

Infelizmente, a grande maioria das pessoas sente vergonha de informar a outra que está com um hálito desagradável, por receio de parecer rude ou grosseiro. Por isso, é importante garantir a entes queridos que essa informação deve ser passada a você caso seja necessário, para que o tratamento seja procurado o quanto antes.

Medições organolépticas

Em algumas situações, a medição organoléptica pode ser utilizada como auxiliar no diagnóstico da halitose. Esse processo usa diversos sistemas de pontuação (como o método Kappa, o índice de Rosenberg e o teste de Spearman) para categorizar o problema.

Essa medição depende de “juízes”, indivíduos previamente escolhidos, testados e treinados como possuidores de um olfato apurado, para analisar o hálito dos pacientes. No entanto, nem sempre esse tipo de procedimento é utilizado, já que fatores individuais podem alterar a percepção de cheiro de cada pessoa.

Medição de VSC

A medição de VSC (componentes sulfurados voláteis) consiste em uma análise quantitativa, ou seja, da quantidade de determinadas substâncias originadas da ação de bactérias anaeróbias (que não utilizam o oxigênio para sobreviver). As principais são o sulfeto de hidrogênio, o dimetil sulfeto e o metil mercaptano.

Com o uso de uma ferramenta conhecida como halímetro, a quantidade de tais substâncias no hálito é medida. Com os resultados, é possível diagnosticar de forma “visível” a presença do mau hálito nos pacientes acometidos.

Testes microbiológicos

O objetivo dos testes microbiológicos é identificar a presença de determinados micro-organismos na cavidade oral do paciente, já que muitos casos de mau hálito estão relacionados com bactérias gram-negativas anaeróbias e a consequente produção dos componentes sulfurados voláteis.

Algumas das bactérias comuns em pacientes com halitose são: Porphyromonas gingivalis, Fusobacterium, B. Forsythus e P. intermedia. Com esses dados, é possível descobrir as causas do mau hálito e direcionar o tratamento de forma mais eficaz para cada caso.

Quais são as principais causas da halitose?

O mau hálito faz parte do dia a dia de muitas pessoas. De acordo com dados divulgados pela OMS (Organização Mundial de Saúde), o problema atinge cerca de 40% da população mundial. No entanto, nem todos os pacientes sofrem com a halitose em nível patológico.

Isso acontece porque é bastante natural ter um cheiro diferenciado em sua boca ao acordar (por conta da redução da produção de saliva durante a noite) ou após comer alimentos com odor mais forte, por exemplo.

Mas, afinal, quais são as outras causas para o mau hálito? Continue a leitura e confira as principais:

Inflamação periodontal

Também conhecida como periodontite ou piorreia, essa doença é caracterizada pela inflamação de estruturas como a gengiva, podendo trazer prejuízos significantes para a saúde bucal e dentária, inclusive levando à perda de dentes ou ao surgimento de problemas sistêmicos (que atingem outros órgãos do corpo).

Ela é causada principalmente pelo acúmulo de bactérias na boca e a consequente formação de placa bacteriana. O principal fator de risco para esse problema é a falta de higiene bucal adequada, sem escovações frequentes ou o uso do fio dental.

Além dos sintomas comuns, como o sangramento e o aparecimento de tártaro, podemos citar a halitose como um sinal. Ela é causada pelas bactérias nocivas, que liberam os compostos odoríferos já citados neste texto.

Saburra lingual

Nossa língua é um órgão muscular com diversas funções. Ela auxilia na mastigação, nos ajuda a formar os sons, o nosso tom de voz e as palavras e é a responsável pelo sentido do paladar. Por isso, os cuidados com essa estrutura são essenciais para a nossa vida.

Uma língua saudável deve ser rosada e uniforme, sem a presença de colorações anormais. Por isso, a saburra lingual é considerada uma alteração desse órgão. Ela consiste em uma placa esbranquiçada que fica sobre a língua, formada por bactérias. A coloração pode, por vezes, ser amarelada ou amarronzada.

Conhecida como uma das maiores responsáveis pelo mau hálito, a saburra pode ser facilmente combatida com a melhora dos hábitos de higiene e a limpeza adequada da língua, que deve ser feita com a escova de dentes ou com a utilização de limpadores específicos.

Infecções na boca

Nem sempre as lesões bucais são causadas pela falta de escovação ou de bons hábitos de higiene. Algumas vezes, doenças secundárias podem causar tais afecções e contribuir para o surgimento do mau hálito.

Exemplos de infecções que ocorrem na boca — e que podem causar a halitose — são: aftas (também chamadas de estomatite aftosa); herpes (e outras infecções virais); lesões causadas por alimentos, produtos químicos ou medicamentos; infecções causadas por bactérias e fungos.

Além disso, feridas originadas de cirurgias (como a remoção cirúrgica de um dente) e outros tipos de problemas bucais podem causar o mau hálito. Por isso, é essencial que um dentista ou médico experiente examine a cavidade oral para definir exatamente qual é a causa do problema.

Baixa produção de saliva

A saliva ajuda na limpeza da boca, com a remoção de partículas causadoras de maus cheiros. O maior exemplo do efeito da sua baixa produção é o chamado “mau hálito matinal”, que ocorre justamente por conta da diminuição salivar durante a noite (especialmente para quem dorme com a boca aberta).

No entanto, há também uma condição conhecida como xerostomia ou boca seca. Apesar de ser bastante comum entre pessoas da terceira idade, esse problema pode atingir indivíduos de todas as faixas etárias. Algumas das causas mais comuns são a diabetes mellitus e doenças nas glândulas salivares.

Com a queda da produção de saliva, as bactérias conseguem se proliferar mais livremente e há uma redução na limpeza natural da cavidade oral, acarretando no mau hálito. Felizmente, há tratamento para a xerostomia e o problema pode ter um fim com o auxílio médico.

Problemas do trato respiratório

Poucas pessoas sabem, mas a halitose também pode ser causada por doenças no sistema respiratório. Por incrível que pareça, o odor pode ser originado das vias respiratórias, do nariz e da garganta.

Enfermidades como a sinusite e a inflamação das amígdalas (amigdalite) podem ser responsáveis pelo mau hálito. Isso acontece porque elas são, muitas vezes, causadas por bactérias que se proliferam e emitem substâncias causadoras do mau cheiro, que é posteriormente eliminado pela boca.

Nesses casos, uma consulta com um médico especializado em otorrinolaringologia se faz necessária. Ele requisitará exames para definir a causa do mau hálito, além do tratamento específico para o seu caso.

Problemas gastrointestinais

Além de serem os principais causadores da afta, os problemas do sistema digestivo têm papel fundamental no surgimento do mau hálito. A principal razão para isso é a conexão direta entre nossa boca e o trato digestório, que contém órgãos como o estômago e os intestinos.

Infecções estomacais e intestinais, quando causadas por bactérias, podem fazer com que o hálito fique desagradável. Além disso, enfermidades como o refluxo gastroesofágico podem causar desequilíbrio na região e o consequente surgimento da halitose.

Por isso, exames, como a endoscopia, podem ser necessários para definir a origem do problema e direcionar o tratamento mais adequado para lidar com a situação, eliminando ou diminuindo consideravelmente a presença do mau hálito.

Uso de medicações

Por incrível que pareça, as causas para o mau hálito não englobam apenas razões de saúde. Na verdade, o uso de algumas medicações ou produtos do gênero pode provocar o mau cheiro em nossa boca de forma indireta, seja pela sua própria composição ou pela redução da produção de saliva.

Alguns exemplos de fármacos que podem contribuir para a halitose são:

  • protetores gástricos;
  • hipoglicemiantes;
  • redutores da pressão arterial;
  • antidepressivos;
  • tranquilizantes;
  • quimioterápicos;
  • estatinas;
  • nitratos;
  • anti-histamínicos;
  • analgésicos;
  • opioides;
  • diuréticos.

Como vimos, várias classes de medicamentos podem ser responsáveis por esse problema. Verifique bem a bula dos remédios que você toma e converse com o seu médico sobre a substituição ou medidas que possam ajudar a reduzir o mau hálito ou incentivar a produção de saliva pelo seu organismo.

Metabolismo

Você já sabe que a halitose pode estar diretamente ligada a problemas gastrointestinais, certo? Por conta disso, já reconhece a relação entre o sistema digestivo e o hálito. No caso do metabolismo, esses órgãos têm importante relevância. Um bom exemplo é o mau hálito causado por longos períodos de jejum.

Além disso, algumas dietas, como é o caso da low-carb ou cetogênica, forçam o organismo a queimar grandes quantidades de gordura para utilizar como fonte de energia. Esse processo produz compostos químicos conhecidos como corpos cetônicos, que liberam um odor bastante característico.

Outros problemas metabólicos, como a diabetes, podem causar a halitose. O processo é mais ou menos semelhante e envolve a baixa produção de insulina, que converte a gordura nos mesmos compostos citados acima. Por isso, a halitose pode ser um indício de que há algum distúrbio em seu metabolismo. Fique ligado!

Alimentação

Uma das causas mais conhecidas da halitose, a alimentação está diretamente ligada a esse problema por meio de processos diferentes. O primeiro é a quebra de partículas de comida com a mastigação e o acúmulo de restos nos espaços interdentais, que ajudam na formação da placa bacteriana e causam o mau cheiro.

O segundo está ligado ao consumo de alimentos com odor forte e característico, como é o caso de pimentas, alho e cebola. O mesmo princípio se aplica aos drinks e bebidas, como o café e alguns produtos com álcool em sua composição.

No segundo caso, o problema é apenas temporário e pode ser facilmente resolvido com o uso de pastilhas ou uma breve escovação dos dentes. No primeiro, é necessário manter bons hábitos de higiene bucal, utilizando o fio dental diariamente.

Uso de cigarro

Não há uma maneira de utilizar eufemismos nesse caso: o cigarro causa mau hálito, provocando um odor bastante desagradável na boca. A fumaça desse produto tem diversos compostos químicos com cheiro característico, que fixam no hálito dos fumantes.

Além disso, o tabagismo pode levar os pacientes a sofrerem com outras causas da halitose. Isso ocorre porque o hábito de fumar contribui para o aparecimento de doenças gengivais e cáries, por exemplo. Em longo prazo, esses problemas se agravam e se tornam uma das causas.

Por isso, deixar de fumar reduz o risco de doenças bucais e auxilia na diminuição do mau hálito, seja de forma direta ou indireta. Converse com seu médico sobre todos os benefícios que abandonar esse hábito trará para a sua saúde e sobre as medidas que podem ser tomadas para ajudá-lo nesse processo.

Mau hálito tem cura?

Agora que você conhece as principais causas da halitose, chegou a hora de conferir quais são os tratamentos mais utilizados para o problema que, sim, tem cura. Vamos dar uma olhada em alguns deles?

Terapia periodontal

O tratamento da periodontite é conhecido por ajudar bastante na redução da halitose. O protocolo escolhido dependerá do estágio da doença, podendo envolver o uso de medicamentos (como antibióticos e anti-inflamatórios), a limpeza dental e, em casos mais graves, cirurgias odontológicas.

Antimicrobianos

O uso de antimicrobianos, como antissépticos bucais (especialmente à base de clorexidina), tem sido eficaz na redução do mau hálito, já que eles diminuem e até cessam a proliferação bacteriana na cavidade oral.

Outras abordagens médicas

Quando os tratamentos odontológicos não são suficientes para o tratamento da halitose, é necessário que o paciente seja encaminhado para outras especialidades a fim de investigar a causa do problema e tratá-lo adequadamente.

Há remédios de farmácia contra o mau hálito?

Além de medicações próprias para estimular a produção de saliva e resolver outros problemas que possam ser a causa da halitose, é possível encontrar a solução (ou, pelo menos, a atenuação) do mau hálito nas gôndolas das farmácias.

Entre todas, a opção mais comum e segura são as pastilhas. Elas podem ser vendidas sem prescrição médica (ao contrário de fármacos específicos para doenças) e ajudam na redução da halitose, além de trazer vários outros benefícios para o organismo.

Uma boa pastilha contra o mau hálito contém, entre outros, os seguintes compostos:

  • mentol;
  • eucaliptol;
  • terpinol;
  • iodeto de timol.

Esses compostos auxiliam no cheiro da boca e na redução de problemas que ocorrem em áreas próximas, como a garganta. São, portanto, ótimos agentes coadjuvantes no tratamento do mau hálito, embora não substituam as consultas com especialistas da odontologia e da área médica.

Quais são as principais receitas caseiras para o problema?

Além das pastilhas, podemos contar com algumas receitas caseiras para auxiliar no tratamento do mau hálito. Mais uma vez, lembramos que essas medidas não substituem, de forma alguma, o acompanhamento médico e odontológico. Elas são maneiras complementares de lidar com o problema. Confira as principais:

Abuse dos sucos de frutas cítricas

Frutas como o limão e a laranja ajudam a diminuir o mau cheiro causado pela halitose. Basta ingeri-los normalmente entre as refeições e na hora dos lanches.

Faça chazinhos relaxantes

Algumas ervas aromáticas, como a hortelã e a erva-cidreira, podem ser ótimos coadjuvantes no tratamento do mau hálito. Faça os chás como de costume e tome-os sempre que desejar!

Crie um enxaguante completamente natural

Caso você goste de receitas com uma pegada mais “natureba”, é possível criar um enxaguante bucal com ingredientes de fácil acesso. Basta utilizar um pouco de salsinha e alguns cravos-da-índia, fervendo-os em água filtrada.

Utilize o bicarbonato de sódio

Esse produto não deve ser utilizado em excesso e precisa estar sempre bem diluído. Por isso, utilize uma colher de chá de bicarbonato para uma xícara de água e faça bochechos algumas vezes por semana.

Existem alimentos que podem auxiliar no combate ao mau hálito?

Felizmente, a resposta é sim! Da mesma maneira que a alimentação é capaz de influenciar negativamente no odor de nosso hálito, ela pode ter impactos positivos nesse quesito e auxiliar na redução da halitose.

O indicado é sempre apostar em alimentos adstringentes, que favorecem a limpeza da boca, e naqueles que tenham um cheiro forte e agradável. Confira uma lista de boas opções de ingredientes para quem sofre com o mau hálito:

  • maçã;
  • laranja;
  • limão;
  • laranja;
  • mexerica;
  • melancia;
  • uva;
  • uva-passa;
  • gengibre;
  • cenoura;
  • pepino;
  • hortelã;
  • salsa;
  • manjericão;
  • cravo-da-índia;
  • canela;
  • alfafa;
  • anis-estrelado.

Além disso, é importante manter a hidratação sempre em dia, seja por meio da ingestão de água ou sucos e chás com os ingredientes citados acima. A desidratação pode reduzir o metabolismo, favorecendo o surgimento da halitose por conta de reações do próprio organismo. Por fim, a ingestão de líquidos é uma das responsáveis pela higienização da boca.

Quais dicas todas as pessoas que têm mau hálito devem dominar?

E aí, acha que já tem todas as informações necessárias para combater a halitose? Antes que você vá embora, queremos passar algumas dicas que todas as pessoas que têm mau hálito devem saber. Confira:

Evite longos períodos de jejum

Passar muito tempo sem comer é uma das principais causas da halitose. Por isso, faça refeições regulares, mesmo que elas envolvam poucas quantidades de comida.

A recomendação é se alimentar a cada 3 horas, por isso, leve sempre um lanchinho com você para todos os lugares. Caso não seja possível, faça uso de doces que ajudam a melhorar o mau hálito ou pastilhas, que enganarão o estômago e o hálito.

Tenha um estilo de vida saudável e evite o estresse

Nosso corpo reflete os nossos hábitos do dia a dia. Portanto, um estilo de vida saudável ajuda direta e indiretamente no combate à halitose.

Evitar o estresse (que altera muitas das reações do organismo) e costumes não tão saudáveis (como o tabagismo e a ingestão de bebidas alcoólicas) garantirá um hálito muito mais agradável. Uma boa dica é ter uma rotina de autocuidado, que fará com que os bons hábitos venham mais naturalmente.

Cuide da sua alimentação

Conversamos bastante sobre o efeito que a nossa alimentação tem em nosso hálito, não é mesmo? O que ingerimos diariamente pode influenciar fortemente nessa área, tanto para melhor quanto para pior.

Por isso, evite alimentos que podem influenciar negativamente e invista naqueles que deixam o hálito agradável. Além disso, ingerir todos os nutrientes necessários fortalece o sistema imunológico, nos deixando muito menos suscetíveis a infecções e bactérias oportunistas.

Invista em cuidados com a higiene bucal

Como vimos, hábitos inadequados com a higiene bucal são os maiores responsáveis pelo mau hálito. O acúmulo da placa bacteriana e outros problemas originados na boca são os maiores vilões do hálito fresco e gostoso.

Por isso, higienize sua boca corretamente, escovando-a pelo menos 3 vezes ao dia (sem esquecer da língua!) e fazendo o uso correto do fio dental. Além disso, faça consultas regulares com um dentista. A recomendação é que elas sejam repetidas semestralmente.

Como vimos, o mau hálito é bastante sério e pode causar problemas na autoestima, na imagem profissional e na vida pessoal daqueles que lidam com ele. Por isso, se informar sobre suas causas e conhecer os principais tratamentos é essencial para combater a halitose e devolver a qualidade de vida aos pacientes!

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